28 janeiro 2017

Quem tem mais direito ou pode mais?


À poucos dias passados, por volta do dia (10) de janeiro de 2017 "segundo publicação no site da
Folha de São Paulo", Zélia Ribeiro, Pastora de uma igreja evangélica da Cidade de Botucatu, no interior de São Paulo, permitiu que fosse filmada quebrando uma imagem, objeto de religioso da Igreja Católica e que tal vídeo fosse lançado na internet causando transtorno para uns e ira para outras pessoas.
Tal ocorrido foi muito criticado por sites de notícias como a Folha de São Paulo, Veja.com e muitos outros.
Porém não seria justo um ocorrido desses ser tão criticado já que o acontecimento foi afastado da cidade onde estavam poucas pessoas, nada comparado ao ato da parada gay no ano de 2015 em São Paulo, onde além de quebrar imagens usavam objetos religiosos "católicos" para fazer outras coisas.


O que por outro lado, mesmo tendo em mãos um documento assinado por vários senadores repudiando tais atos cometidos no referido evento, Marcelo Crivella não conseguiu chamar a atenção das Autoridades/Lei, o que dá a entender que eles estavam participando da parada.

Agora, se a Lei é a mesma para todos, porque os sites grandes de notícias deram apoio aos acontecimentos e não falaram o que realmente estava acontecendo?

CP - Decreto LEi nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940
Art. 208 - Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa;
Ipedir ou perturbar cermônia ou prática de culto religioso;
Vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso;

A primeira linha do Artigo 208 do CP diz claramente sobre escarnecer publicamente e onde foi parar a Lei nesses dias? Será que os cupins comeram essa parte do livro?

Depois de tanta bandalheira cometida na parada gay de 2015, mesmo sendo visto ao vivo através das redes de TV como via internet, nunca foi feito nada, agora só porque é uma pessoa simples, sem influência alguma e por cima "evangélica" querem vituperar a Pastora.

O que se pode ver é que a turma de gays agora é que mandam no Brasil. Porque podemos falar de bolivianos, haitianos, paraguaios, tudo sendo apresentado pelas TV's e outros órgãos de notícias, porém não se pode falar de gays. O que os gays fazem está tudo certo e se outras pessoas fazem o mesmo ato já condenado na hora.

Bem que a morte pendurado na crus poderia ser uma coisa brasileira, como execução em alguns países, então veríamos se iriam usar essas expreções em seus eventos.

Já podemo ver pos aí que o Brasil não é "de igualdade" como a Lei faz tal propaganda.