19 novembro 2015

FIM DOS TEMPOS OU PONTAPÉ INICIAL DA 3ª GUERRA?




Qualquer que seja a impressão patenteada no rastro deixado pelos extremistas radicais do estado islâmico, nas últimas barbáries truculentas, dos recentes ataques de Paris, contra as vaidades do mundo capitalista “civiliz
ado”, diga-se de passagem, estes atentados só vão se multiplicando, vistos como verdadeiros puxões de orelha, aos bandoleiros e promíscuos, da badalada sociedade burguês, exigindo momentos de total reflexão e provocando profundos sentimentos no seio de toda a humanidade. De tal sorte que a temida guerra agora não se deflagra mais somente entre nações, nem por interesses financeiros e econômicos, muito menos por divisas geográficas, mas sim, por uma mega e acirrada disputa do bem contra o mau, a esta altura meramente estereotipada de guerra santa. De vez que santos mesmo, jamais se confrontam.
O que bem rotula em definitivo estas ações terroristas é que sem o menor temor, embora em minoria gritante eles os kamikazes jihadistas, destemidos  flecheiros, atacam de cima para baixo, com alvos definidos e direcionados às grandes potências modernas. Se forem 30 ou 300 mil os números quantitativos, para eles tem importância irrisória, já que priorizam o entreguismo cosmopolita e religioso, sedimentado na fidelidade em torno do ISLÃ, certamente escondidos por trás do gigante contingente da 2ª maior religião do planeta, em termos  numéricos  de adeptos. Mais ainda, em se vangloriando na defesa do que reza a doutrina do livro sagrado ALCORÃO, que hoje é cultuado por mais de um bilhão e meio de seguidores.
Assim o que mais amedronta a sofisticada  coletividade ocidental, vindo do inimigo mulçumano é que em cada intolerante ataque praticado, as baixas sangrentas são em escala enorme. Além, do que nas palavras dos líderes jirradis, a batalha só está começando, segundo relatos da imprensa, e certamente não há porque se duvidar, já que a fragilidade das massas dessas grandes nações até agora só deram respostas de medo, decorrente da falta de crença e moral, no combate ao horror desta  dramática tirania
O que imaginam incontinentes é que muito das riquezas e seus bens matérias possam ser sacrificados, bem como arranha-céus, transatlânticos, cruzeiros, aviões de grande porte e supersônicos, ainda devam ser alvo desta intolerância maligna. Na verdade não é fácil conter uma fúria que deve ter reflexos nos primórdios dos tempos. Contando ainda da cisão dos filhos de Adão e Eva, depois com os de Abraão, Ismael e Isaac, que em desentendimento frontal tomaram rumos diferentes, segundo atesta a Bíblia. A esta altura, o que mais preocupa é que nem mais convém discutir o mérito, por falta de materialização, objeto de tanto rancor. Em suma, qual seria o porquê de tanto ódio? Esta é a pergunta que não quer calar. Observem que no islamismo quanto no cristianismo, se prega a existência de um só Deus. 
Nas palavras do Papa Francisco o sino da sagrada igreja já lhe tocou aos ouvidos como anunciação da 3ª guerra, sabiamente ele que conhece a fundo seu povo pecador já contabilizou o quanto poderá custar caro esta fatura, para os meios insanos cristãos. Mais ainda, caso seja deflagrada uma investida conjunta contra as mesquitas do mundo inteiro, como assim estão pleiteando os poderosos mandatários que se juntam ao incrédulo François Hollande. Haja coração! E ranger de dentes.
Despido de qualquer pretensão arruaceira ou apologia, ao abreviamento das vidas de forma torpe, brutal e insensata, tal qual se viu nos campos nazistas e tantas outras dizimações da espécie. Só nos resta lamentar as atrocidades, mesmo assim ensejamos que fossem revistos pelo menos o tripé filosófico de sustentação aos regimes democráticos inspirados nos preceitos herdados da antiga maçonaria e muito propalados na revolução francesa, que foram os princípios mor de igualdade, fraternidade e liberdade, que hoje  lamentavelmente não estejam sendo praticados na sua essência.
Esquecem os capitalistas que o louvável ingrediente que alimenta a paz é mesmo a liberdade, mas seus  tributos de contrapartida é a obediência e a decência. Diante destas descomunais tragédias, que hoje envolvem aos quatro cantos do planeta terra, não seria mais prudência nos amparar nas palavras sagradas que asseveram “Nenhuma folha seca cai ao chão sem a permissão divina”, assim se possa repensar onde estão os verdadeiros erros. Ou será que a idiotice dos maiorais possa nos impedir a ponto de achar que o onipotente Criador vai deixar de ouvir aqueles bilhões de sofredores e também filhos amados, muçulmanos ou não, a quem lhes são negados emprego e alimento, embora vivendo em degradante situação econômica, nos arredores periféricos das exponenciais metrópoles, não importa, são eles que clamam diuturnamente por sua misericórdia, com jejuns, súplicas e orações constantes. Afinal seria irreverência nossa dizer que o mundo já vivenciou este filme por muitas vezes? E em todas elas prevaleceu a moralidade! Será também que por alguns instantes aquele presidente francês, ao descer cabisbaixo e apreensivo das escadas do estádio de futebol não possa ter repensado, mesmo na sua mediocridade de achar que um erro possa justificar a outro, na pura insensatez. Que estaria ele ali recebendo um recadinho áspero do Senhor dos senhores, o mesmo que enviou um mensageiro à Nínive, há séculos, anunciando a sua destruição imediata, por força do pecado. Caso insistam os desavisados em não acreditarem no que estão vivenciando, aconselhamos a estes, fazerem uma  breve leitura aos livros de Gênesis (cap. 19) e Êxodo (cap. 07). No mais, meditem em quanto houver tempo.